quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Apresentação do livro "Lojas do Porto" - 4 de Fevereiro - 18 horas

2 comentários:

KOSTA DE ALHABAITE disse...

Excelente!
Já agora, Sr. Presidente, não está na hora de pensar numa campanha publicitária, global, a destacar as nossas coisas, as nossas gentes, a nossa cultura.
Sabe, é que sinto que estamos cada vez mais colonizados pelo eixo lisboa-cascais. Eles entram pelas nossas casas pelas tv's, pelas rádios, pelos jornais. Somos obrigados a perceber o que "eles" vêm do seu postigo lisboeta. Óbviamente o seu olhar só chega a Colares... Até para o desgraçado acordo ortográfico foi escolhida a forma gramatical e fonética lisboeta...
O Senhor, que considero um descendente daqueles "Bons Homens do Porto", dos que não vergam a cerviz ao terreiro do paço, e que lutam pelos seus pares e pela sua família, está numa posição excelente para agregar vontades e, quiça, ser lider de um povo que década atrás de década, vem sendo vilipendiada, ultrajada e humilhada. Como disse há uns meses um sr. ministro, "há racismo" em lisboa face ao Porto.
Até quando vamos ter as grilhetas do centralismo?
Por isso, volto a colocar-lhe a proposição inicial: vamos honrar os nossos antepassados, vamos fazer do Porto a salvação deste país que, vendo o precipício, continua para ele a acelerar...

Manuel Pereira da Silva disse...

Para nos animar um pouco!!!
Mario Vargas Llosa refere na edição de hoje do jornal “EL PAÍS” a propósito das eleições Presidenciais no Chile que deram a vitória ao candidato da direita, Sebastian Piñera, que num encontro que teve com este, três dias antes do acto eleitoral, lhe perguntou qual queria que fosse a sua melhor contribuição no governo se ganhasse as eleições. “Dar um impulso decisivo ao nosso plano de oito anos, para crescer a um prometido 6% anual, algo perfeitamente realizável. Se o conseguirmos, o PIB, que é agora de 14.000 dólares terá um aumento para 24.000. Alcançamos Portugal”, Chile deixará então o subdesenvolvimento e será o primeiro país da América Latina a integrar o primeiro mundo.

Tendo o nosso governo copiado o modelo Chileno de Avaliação de Professores, eis senão quando que passamos a ser o modelo a seguir.
Um abraço,
Pedro Nunes