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quarta-feira, 21 de março de 2012

Pedro Passos Coelho assumiu que o Governo está interessado em descentralizar

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, assumiu no jantar de entrega de prémios ACP_ Diogo Vasconcelos, na sexta-feira passada, no Palácio da Bolsa, que, desde 1974, que não se encontra "um Governo tão interessado em descentralizar" como aquele que chefia.

Na sua intervenção defendeu que não possui "do país uma visão regionalista" e explicou que tem “uma visão de quem acredita que todas as regiões e todos os indivíduos da sociedade, devem poder partilhar as nossas condições de progresso e de prosperidade". Afirmou ainda, sobre o passado, ter constituído "uma espécie de cegueira coletiva, mas também um sinal de impaciência e nervosismo" que "impediu de pensar estrategicamente o problema do crescimento". "A correção de desequilíbrios externos e orçamentais que estamos a levar a cabo tem custos no crescimento e emprego, mas a causa destes custos deve evidentemente ser procurada nos desequilíbrios acumulados e não no processo de ajustamento" sustentou.

Passos Coelho enfatizou que "Uma crise tão aguda como esta deve constituir um momento em que recuperamos o controlo sobre o nosso destino económico", expondo que "a internacionalização económica não é apenas uma exigência do processo de ajustamento da economia" mas "também uma enorme fonte de benefícios para cada empresa e para cada empresário".

Por seu lado Rui Moreira, no discurso com que iniciou o jantar, sustentou ser "útil e conveniente que sejam reforçados os poderes e as competências da Junta Metropolitana do Porto e que a eleição do seu futuro presidente seja feita por sufrágio direto e universal, como aliás é permitido pela Constituição". "Não sendo consensual que, embora também esteja previsto na Constituição, haja ou possa haver regionalização nos tempos mais próximos, sendo inexequível proceder à fusão de autarquias que pudesse transformar o Grande Porto numa só cidade, é essa a única forma célere, legítima e democrática de criar um nível intermédio de decisão entre o poder central e as autarquias", afirmou o Presidente da Associação Comercial do Porto.

Pedro Passos Coelho foi o convidado de honra da cerimónia de entrega da primeira edição dos prémios ACP/UP – Diogo Vasconcelos, que distinguiu a empresa Sysnovare e o Projecto SolarSel, vencedores dos prémios ACP/UP – Diogo Vasconcelos- Technology Export e ACP/UP – Diogo Vasconcelos - Applied Research, respectivamente.

Os prémios foram criados pela Associação Comercial do Porto, em parceria com a Universidade do Porto, para distinguir a empresa start-up ou spin-off com maior potencial de internacionalização e o melhor projeto de investigação desenvolvido na universidade, em cooperação com empresas portuguesas, assumindo a designação Diogo Vasconcelos em homenagem ao gestor. Aos projectos vencedores é atribuído um prémio pecuniário no valor de 7 500 € pela Associação Comercial do Porto.


Primeiro-Ministro inaugurou exposição fotográfica

A passagem de Pedro Passos Coelho pelo Palácio da Bolsa no dia 16 de Março assinalou também a inauguração de uma exposição de fotografia alusiva à segunda fase das obras de reabilitação do edifício.

As imagens são da autoria do consagrado fotógrafo Luís Ferreira Alves e constituem um historial gráfico das intervenções realizadas em 2010 e 2011.
A exposição estará patente até ao dia 8 de Abril.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Segunda fase da Reabilitação do Palácio da Bolsa

Inserido na segunda fase da Reabilitação do Palácio da Bolsa, a evolução do Projecto de Arquitectura elaborado pela Afaplan para a Associação Comercial do Porto é acompanhada no blogue reabilitacaonopalaciobolsa.blogspot.com

segunda-feira, 16 de maio de 2011

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Escadaria Nobre do Palácio da Bolsa em finalização de restauro

A cúpula e as pinturas decorativas do Mestre António Ramalho localizadas na Escadaria Nobre estão finalmente restauradas e expostas aos turistas que visitam o Palácio da Bolsa. As restantes obras de reabilitação da Escadaria Nobre do Palácio da Bolsa deverão estar concluídas no início do mês de Junho.

Iniciada em Outubro e inserida na segunda fase de reabilitação do Palácio da Bolsa, esta obra, orçamentada em cerca de 1 milhão de euros, conta com o apoio em 70% da CCDR-n, no âmbito do contrato de financiamento celebrado entre esta instituição e a Associação Comercial do Porto, em Julho de 2010.

A segunda fase do restauro do Palácio da Bolsa vai abranger ainda a cobertura na envolvente das clarabóias da Escadaria Nobre e Sala Medina, rebocos exteriores das fachadas poente e sul e o restauro dos estuques, assim como as infra-estruturas eléctricas e de gás.

O projecto de restauro, iniciado com a reabilitação do Salão Árabe em 2007, envolvendo um montante global de investimento na ordem do 5 Milhões de euros, é o culminar de um esforço que a Direcção da Associação Comercial do Porto tem vindo a desenvolver na reabilitação e preservação daquele que é o edifício mais visitado no Norte de Portugal.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

segunda-feira, 28 de junho de 2010

1 Milhão de euros investidos na segunda fase de recuperação do Palácio da Bolsa

A Associação Comercial do Porto inicia, no próximo mês de Outubro, a segunda fase das obras de reabilitação do Palácio da Bolsa, representando um investimento na ordem de 1 milhão de euros.

A assinatura do contrato de financiamento com a CCDR-n está prevista para finais do mês de Julho.

Com este contrato a Associação Comercial do Porto (ACP) assegurará um financiamento de 70% do valor global do projecto.

Os trabalhos vão demorar aproximadamente nove meses a ser concluídos e contemplarão a cobertura na envolvente das clarabóias da Escadaria Nobre e Sala Medina, rebocos exteriores das fachadas poente e sul e o restauro dos estuques e pinturas decorativas do Mestre António Ramalho, que revestem os tectos da clarabóia da Escadaria Nobre. Serão ainda abrangidos nesta fase as infra-estruturas eléctricas e de gás e a finalização do restauro do Salão Árabe.

Este projecto é o culminar de um esforço que a Direcção da ACP tem vindo a desenvolver na reabilitação e preservação daquele que é o edifício mais visitado no Norte de Portugal.

O investimento acumulado em obras desde 2006 ultrapassa já os 3,5 milhões de euros.