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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Associação Comercial do Porto apresenta Posição Pública


No quadro das privatizações previstas, o Governo está a estudar a venda da TAP e da ANA. Perante esta manifesta intenção do Governo, a Associação Comercial do Porto apresenta a sua posição pública.

GESTÃO AEROPORTUÁRIA
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As questões relacionadas com as infra-estruturas de transportes estiveram, desde sempre, no centro das preocupações da Associação Comercial do Porto. Ao contrário de outros, não nos limitamos ao discurso. Procuramos dar contributos que possam ajudar a uma decisão mais informada. Não esperamos pela tomada de decisões para depois as criticarmos.

Foi nesse sentido que, há já cinco anos, defendemos, com base num estudo encomendado à Universidade Católica do Porto e à TRENMO, os méritos da opção “Portela +1”, em alternativa ao modelo do Novo Aeroporto de Lisboa (NAL). Passados todos estes anos, constatamos, com agrado, ser essa a solução que o Governo hoje privilegia. Os factos supervenientes vieram a comprovar que a Associação Comercial do Porto tinha razão.

Sabe-se agora que, no quadro das privatizações previstas, o Governo está a estudar a venda da TAP e da ANA.

Quanto ao modelo de privatização da ANA, e pese embora o aspecto relevante dos equilíbrios regionais que sempre nortearam a sua intervenção, a Associação Comercial do Porto compreende que, na situação actual, a principal preocupação do Governo seja a de obter o melhor resultado financeiro, ainda que não descurando completamente a questão do desenvolvimento regional. Entendemos, no entanto, que se a alienação da gestão aeroportuária é um dado adquirido, que não questionamos, o mesmo não se passa quanto ao modelo a seguir.

Mais concretamente, consideramos que o modelo de privatização da ANA em bloco não é o único possível, nem será o mais interessante do ponto de vista do interesse público e, mesmo, do ponto de vista do negócio que se deve centrar na maximização da receita para o erário público.

Na verdade, o modelo que tem sido seguido em outros países, que optaram pela concessão a privados dos seus aeroportos, aponta para que haja benefícios na privatização destes em separado. Ou seja, o modelo de monopólio privado que abranja todo o sistema aeroportuário não é o único modelo possível nem é, provavelmente, aquele que permite maximizar os benefícios.

Há, seguramente, argumentos suficientemente fortes, a favor e contra cada uma das alternativas, para que a questão não possa ser resolvida apenas com base em convicções, sendo importante que se possam confrontar argumentos quantitativos que, até agora, têm estado omissos numa discussão dominada por premissas que, como se viu no caso do NAL, o tempo (e muitos milhões depois) desacredita.

No caso português, e para além da questão dos aeroportos dos Açores que têm uma complexidade evidente, sucede que os três aeroportos continentais têm características próprias. No caso do aeroporto de Lisboa, sabe-se que a opção entre ampliar a Portela – solução que sempre consideramos viável e que a ANA parece, finalmente, ter intenção de contemplar – ou a necessidade de vir a construir um aeroporto secundário de acordo com o modelo “Portela +1”, dependerá, em larga medida, do que vier a suceder com a privatização da TAP, na medida em que só então se poderá avaliar se o “hub” de Lisboa será mantido.

Quer isto dizer que, se a ANA for privatizada em bloco, sem que esta premissa esteja devidamente esclarecida, haverá um factor de incerteza que certamente será descontado no valor que o Estado português irá arrecadar. O mesmo não sucede com o aeroporto Francisco Sá Carneiro ou com o aeroporto de Faro, cujo valor intrínseco e potencial nunca será afectado por essa variável.

Por essa razão, a privatização das concessões aeroportuárias em separado poderia permitir um calendário diferenciado e sequencial, em que a privatização dos aeroportos de Porto e Faro não estaria dependente da privatização da TAP podendo, no limite, precedê-la com vantagens em termos do tempo de obtenção de receitas. Quanto à concessão de Lisboa, essa poderia ser alienada num prazo posterior, uma vez esclarecida a questão da TAP que determinará as necessidades futuras, em termos de infra-estruturas aeroportuárias, para a região da capital.

Acresce ainda que o modelo da privatização em bloco, pela sua dimensão e valor, só será acessível a grandes consórcios, enquanto a privatização em separado pode interessar a investidores industriais ou operadores de aeroportos que, dificilmente, terão dimensão para concorrer a um concurso que abranja todo o sistema.

Ou seja, é lícito deduzir que haverá mais procura, e muito mais interessados, numa privatização em separado de aeroportos com características bem diferentes entre si, o que pode trazer ganhos extraordinários nos vários concursos e potenciar um resultado final mais interessante, não apenas na dimensão financeira mas também no que ao desenvolvimento regional diz respeito.

Finalmente, é bem sabido que as linhas aéreas, e as “low cost” em particular, têm sempre mostrado grandes reservas quanto aos modelos de monopólio privado dos sistemas aeroportuários, mesmo quando limitados a circunscrições locais (v.g. , Londres) e essa é uma questão particularmente relevante do ponto de vista do interesse público.

Naturalmente, e ainda que se acredite que a soma das partes pode valer mais do que a alienação total, esta é uma questão que necessita de ser avaliada em pormenor. Seria preciso, porventura, estudar a possibilidade de criar subsidiárias da ANA, de forma a não prejudicar as condições dos financiamentos existentes nessa empresa pública, e que dificilmente poderão ser replicadas na actual conjuntura internacional; seria igualmente necessário, em qualquer caso, estudar a questão dos quadros e do pessoal da ANA, num modelo de privatização em separado, admitindo-se ainda assim que estes possam ser necessários no INAC, ou noutro instrumento de regulação que possa vir a ser criado.

A Associação Comercial do Porto entende que estes são argumentos suficientemente fortes e credíveis para merecer a consideração que até agora não tiveram. Sabemos que o tempo urge. Não obstante, entende a Associação Comercial do Porto que é possível construir um modelo de simulação que permitirá aquilatar, de uma forma mais objectiva, das virtudes das duas alternativas, mesmo com a dificuldade acrescida de a ANA não dispor das contas especializadas por aeroporto, ou pelo menos se ter sempre recusado a disponibilizá-las.

Sem esse exercício, tememos que razões ideológicas se sobreponham à razão. Nesse âmbito, a Associação Comercial do Porto também não esconde a sua preocupação pelo impacto que a privatização “en bloc” poderá ter na economia do Norte do país. O aeroporto Francisco Sá Carneiro tem sido, nos últimos anos, um instrumento útil para o desenvolvimento do turismo na região e tememos que o deixe de ser, se o modelo de privatização não for o mais adequado. É verdade que o aeroporto faz parte da ANA, que é um monopólio. Mas, como se sabe, é um monopólio público que é regido por interesses que transcendem a mera obtenção do lucro.

Porto e Associação Comercial,
em 19 de Junho de 2012

Rui Moreira reeleito como presidente da Associação Comercial do Porto

Rui Moreira foi reeleito presidente da Associação Comercial do Porto para um novo mandato à frente dos destinos da instituição.

Para o mandato de 2012/2013, a direcção da ACP será constituída pelos seguintes órgãos sociais:

Presidente - Rui de Carvalho Araújo Moreira
Vice-Presidente - Rui Manuel Macedo Ferreira Marques
1º Secretário - Ana Maria Pinho Macedo Silva
2º Secretário - João Pedro Gonzalez Araújo

Directores:
- Alberto João Coraceiro de Castro
- Álvaro Fernando de Oliveira Costa
- António Lobo Xavier
- Carlos Barbot Aires Pereira
- Francisco Artur de Vaz Tomé Laranjo
- Manuel Fernando Alves Monteiro
- Manuel Ferreira da Silva
- Maria Cândida Machado Antunes Oliveira
- Paulo Alexandre Gonçalves Samagaio
- Paulo Artur de Campos Rangel
- Pedro Manuel Eugénio Paúl

Foi ainda entregue uma medalha de prata da Associação Comercial do Porto ao ex-director, Fernando Marques de Oliveira.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Wine Party Bagos d'Ouro - 6 Julho - Hotel The Yeatman

A Associação Comercial do Porto como empresa parceira da Associação Bagos d´Ouro, teve acesso a alguns convites para a Fundraising Wine Party dia 6 de Julho, 6ª feira, no Hotel The Yeatman, pelas 21.30h.
A oportunidade de participar é bastante limitada. Quem desejar, poderá confirmar até ao dia 30 de Junho (Sábado) para geral@bagosdouro.com. O Preço p/ pessoa é de 55€.

Esta é a primeira vez que se juntam 9 produtores do Douro, num esforço conjunto para apoiar uma causa social ( www.bagosdouro.com). Será uma festa única ao som do DJ Chibanga, com dezenas de vinhos à prova acompanhados por um cenário paisagístico estonteante.

- Dress Code: Casual chique;
- Wine Party: Depois do jantar, apareça por volta das 21.30H. Vão ser servidos buffets e pratos quentes, para acompanhar os diferentes vinhos. A wine party festa terminará às 2.00h.



segunda-feira, 25 de junho de 2012

terça-feira, 12 de junho de 2012

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Revista "O Tripeiro" - Junho 2012

Os jardins românticos e as estátuas Francesas do Palácio de Cristal, em destaque na edição de Junho da revista “O Tripeiro”.

Já nas bancas.

......

P.V.P.: €3,00 / Assinatura anual: €35,00

Contacto: 223 399 048 (José Leão)


terça-feira, 29 de maio de 2012

“Festa Mozart” encerra “Noites no Salão Árabe”


Um quinteto com músicos de excepção irá interpretar três obras de Wolfgang Amadeus Mozart no último concerto do ciclo musical “Noites no Salão Árabe”, da Associação Comercial do Porto. “Festa Mozart” terá lugar no dia 12 de Junho, pelas 21h, no emblemático Salão Árabe do Palácio da Bolsa.

Jonathan Kelly, um dos maiores oboístas da actualidade e solista da Orquestra Filarmónica de Berlim, a aclamada violinista Karen Gomyo, vencedora do prémio Avery Fisher Career Grant em 2008, o norueguês Lars Anders Tomter, um dos melhores violetistas do mundo, Christian Poltéra, um dos mais proeminentes violoncelistas da sua geração, e Filipe Pinto-Ribeiro, destacado pianista contemporâneo e um dos músicos portugueses de maior prestígio internacional, unem-se no Porto para prestar homenagem ao genial compositor austríaco.

As três obras que serão interpretadas possuem, cada uma, características singulares do génio de Mozart.

O Quarteto para Oboé, Violino, Viola e Violoncelo KV 370 é a sua única obra composta para esta formação. O Quarteto com Piano KV 478 é uma obra paradigmática e de enorme qualidade e que veio a servir de referência a todos quantos mais tarde vieram a abordar a escrita para esta formação.

O concerto será encerrado com a “Gran Partita”, Serenata n.º 10 KV 361, uma das indiscutíveis obras-primas de Mozart e que se tornou conhecida do grande público por ocasião do filme “Amadeus” de Milos Forman.

O prelúdio inicial estará a cargo de José Bento dos Santos, que irá falar sobre a relação entre “O Vinho e a Música”.

Noites no Salão Árabe é o ciclo musical da Associação Comercial do Porto para o período 2011/2012. As actuações têm direcção artística do pianista Filipe Pinto-Ribeiro e são precedidas por intervenções de destacadas personalidades, que se relacionam com os temas interpretados. Michel Portal, Gérard Caussé, Corey Cerovsek, Adrian Brendel, Marcelo Nisinman, Chen Halevi, Rosa Maria Barrantes e Anna Samuil são alguns dos intérpretes internacionais de renome que já passaram pelo Salão Árabe do Palácio da Bolsa.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Apresentação de Livro - Toponímia Feminina Portuense - 2 Junho - 17h30

A Associação Comercial do Porto e a Cordão de Leitura têm a honra de convidar V. Exa para a sessão de lançamento do livro " Toponímia Feminina Portuense " da autoria de César Santos Silva. A sessão decorrerá no Palácio da Bolsa no Sábado dia 2 de Junho pelas 17h30.

Sinopse: Por entre as ruas, os becos, as escadas, as esquinas e travessas do Porto. É desta forma que César Santos Silva, ao longo de 146 topónimos, nos convida a explorar uma cidade que gosta das suas mulheres e as homenageia, perpetuando-as como parte si, nas suas artérias, nas suas veias. Mulheres que rezaram, pintaram, escreveram. Mulheres que traçaram planos indizíveis com crianças ao colo e projectaram, silenciosamente, um futuro. Mulheres que sonharam um homem, um deus, uma ideia. Elas também são as ruas do Porto, este Porto no feminino.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Noronha Nascimento defendeu direito à justiça e segurança

“Todos temos direito à justiça e à segurança” realçou Luís António Noronha Nascimento, Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, no jantar-debate realizado no dia 17 de Maio no Palácio da Bolsa, que encerrou o ciclo Conferências do Palácio subordinado ao tema “Economia vista pelos Reguladores”

“A regulação é essencial quando se vive em sociedade” defendeu o Juiz-Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça, explicando que “é impossível viver sem regras”

O Presidente do Supremo Tribunal de Justiça abordou no seu discurso a evolução cultural e histórica da europa e analisou comparativamente o papel das entidades reguladoras nacionais e os poderes que exercem com outras congéneres internacionais, destacando as entidades norte-americanas pelo forte poder de decisão.

No terceiro ciclo Conferências do Palácio contou com a participação de diversos presidentes de entidades reguladoras, no período 2011-2012, nomeadamente Carlos Tavares, Presidente da CMVM, Carlos Costa, Presidente do Banco de Portugal, Guilherme d' Oliveira Martins, Presidente do Tribunal de Contas, Jorge Almeida Simões, Presidente da Entidade Reguladora da Saúde, Carlos Magno, Presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social e Vitor Santos, Presidente da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Imagens inéditas de Ferreira Alves assinalam restauro dos Clérigos

15 imagens inéditas do espólio da Igreja dos Clérigos, da autoria de Luís Ferreira Alves, estarão expostas até ao dia 31 de Maio, nos claustros do Palácio da Bolsa.

A mostra “Igreja dos Clérigos – Registo Parcial do Estado Actual para Memória Futura" guarda o actual retrato da Igreja, antes do arranque das obras de reabilitação. Estas terão início em 2013, ano em que se comemoram 250 anos de existência do edifício mais emblemático da cidade do Porto.

Luís Ferreira Alves procurou retratar a atmosfera que se vive nas vésperas da intervenção e os aspectos mais intimistas do edifício. O olhar do fotógrafo captou a grandiosidade da Igreja, a impermanência dos preparativos e revelou detalhes até então completamente desconhecidos.

Nascido em 1938, em Valadares, Luís Ferreira Alves iniciou a sua carreira em 1984. Actualmente assume-se como uma referência na fotografia de arquitectura. A sua obra destaca-se pela sensibilidade e pelo protagonismo realista dado ao objecto fotografado. O seu percurso é indissociável de nomes como Fernando Távora, Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto de Moura.

A exposição é de acesso livre e poderá ser vista durante o horário de visitas do Palácio da Bolsa, entre as 9h e as 18h.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Revista "O Tripeiro" - Maio 2012

Nuno Portas, a grande referência do urbanismo em Portugal, em destaque na edição de Maio da revista “O Tripeiro”.

Já nas bancas.

...... 

P.V.P.: €3,00 / Assinatura anual: €35,00
Contacto: 223 399 048 (José Leão)

segunda-feira, 7 de maio de 2012

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"Conferências do Palácio 2011/2012" - Luís António Noronha Nascimento

Luís António Noronha Nascimento, Presidente do Supremo Tribunal de Justiça estará presente no dia 17 de Maio, pelas 19h45, no Palácio da Bolsa, no Porto, para participar no jantar-debate que finalizará o terceiro ciclo “Conferências do Palácio”.

Partindo do mote deste ciclo centrado no papel das entidades reguladoras, o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça abordará a relevância das funções do Supremo Tribunal de Justiça no enquadramento judicial e económico nacional, analisando o exercício dos poderes administrativos e financeiros da instituição que lidera.

Eleito presidente do Supremo Tribunal de Justiça em 2006, Luís António Noronha Nascimento foi nomeado em 1998 Juiz-Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça.

Através do ciclo “Conferências do Palácio”, a Associação Comercial do Porto acolheu no Palácio os presidentes de diversas entidades reguladoras, no período 2011-2012, nomeadamente Carlos Tavares, Presidente da CMVM, Carlos Costa, Presidente do Banco de Portugal, Guilherme d' Oliveira Martins, Presidente do Tribunal de Contas, Jorge Almeida Simões, Presidente da Entidade Reguladora da Saúde, e Carlos Magno, Presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

As inscrições encontram-se limitadas à capacidade da sala e poderão ser formalizadas através do preenchimento e devolução de uma ficha de inscrição, até ao dia 15 de Maio.